TiEEG1

A monitoração em pacientes sob suspeita de crises subclínicas ou outros quadros que indiquem o uso de EEG por um longo período, tem-se mostrado um desafio para o neurofisiologista, na medida em que episódios relevantes de curta duração não podem ser ignorados.

Em atendimento a essa demanda, diversas técnicas de Data Reduction têm sido propostas, sendo as duas mais aceitas na literatura o aEEG (amplitude integrated EEG) e o Espetrograma..


Figura 1 do software do TiEEG1

O programa de monitoração oferecido com o TiEEG1, conta com ambas, e no caso do aEEG, até 3 derivações podem ser escolhidas, permitindo, por exemplo, escolher duas áreas homólogas e uma derivação inter-hemisférica.

O especialista vê três horas de atividade elétrica cerebral nas janelas de aEEG e Espectrograma, avançando e retornando no tempo com um click de mouse até que eventualmente um padrão anômalo seja percebido, e então com outro click do mouse o programa abre uma nova janela na qual o EEG detalhado aparece.

Não importa a duração do exame, é sempre possível retornar as janelas de dados comprimidos até o início do exame.

Essa abordagem possibilita a busca por crises eletrográficas liberando tempo de análise e reduzindo a chance de que um trecho importante do EEG passe despercebido.

Dada a simplicidade da visualização de ocorrências com o uso do aEEG, a equipe do hospital pode ser treinada de modo a solicitar a opinião de um especialista sempre que um padrão específico seja identificado.

Finalmente cabe lembrar que o equipamento não interfere com a comunicação de dados via internet, o que permite o uso de programas de acesso remoto, no qual a presença virtual desse especialista supra de imediato, a necessidade do paciente.



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